Ontem à noite levei-te a uma festa. Diferente em tudo ao que estavas habituada. Ou quase tudo, porque não faltou a alegria. Mas não foi isso que me motivou a levar-te. Quis que aprendesses, como eu aprendi na tua idade, a força de algo, muito forte, dentro de nós, incontrolável e impossível de sufocar : a ESPERANÇA.
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