18.4.05

Joanes Magnifico

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Dupra


Maria Ana ama João.
João ama Paula.
Moriana não ama João.



Manténs-me cativa no tempo, no teu tempo. Mas eu não te amo, amo o rio. Das janelas do teu paço, o meu olhar capta as faluas Reaes pelo Tejo abayxo em deslizar lento e belo, não a tua presença.
Não te procuram, os meus olhos! Espreitam a frescura que se esconde nos recantos amorosos dos teus jardins, na orangerie, na casa do fresco sobre a antiga ribeira, nos parterres de broderie...
Liberta-me da clausura, eu não te amo!


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