
(Aurora de Sousa)
no meu corpo
habita o fogo
que as tuas mãos incendeiam
em desassossego de noite
quase chegando.
no escuro/claro da janela
projectam-se sombras
de carícias
em abandono de madrugada
anunciada.
na fuga encontro o meu sossego.
é o meu ser que se escreve nas minhas mãos vazias. o meu ser suspenso dos meus dias.
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