
(katia chausheva)
pouco soubeste ouvir tão frágil coração quando o vestias do teu amor perdido. segreda-lhe agora o meu nome, diz-lhe que o meu corpo se derrama na cálida orla do sangue e adormece. já não tem morada.
é o meu ser que se escreve nas minhas mãos vazias. o meu ser suspenso dos meus dias.
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