
borboleta que sempre andas,
nem de noite tens sossego,
tu chegas à luz e morres,
eu morro porque não chego.
(C. Rodg., Cancioneiro, XII – Fauna, Graciosa,
nº 4647, p.7)
A pintura que faço é uma pintura consciente, vem da minha vivência e das minhas memórias com forte ligação à terra, à ilha onde nasci.
cria-se em mim uma inquietação que desagua na tela branca e nas cores terra...num constrói e desconstrói que transcende...
Lena Gal , sonhadora


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