1.2.06

Lena Gal

 88952642_97a3db699f.jpg

borboleta que sempre andas,
nem de noite tens sossego,
tu chegas à luz e morres,
eu morro porque não chego
.

(C. Rodg., Cancioneiro, XII – Fauna, Graciosa,
nº 4647, p.7)

A pintura que faço é uma pintura consciente, vem da minha vivência e das minhas memórias com forte ligação à terra, à ilha onde nasci.

cria-se em mim uma inquietação que desagua na tela branca e nas cores terra...num constrói e desconstrói que transcende...

Lena Gal
, sonhadora


Sem comentários: