11.11.07

days of innocence


cada um de nós tem uma segunda pátria
onde tudo o que faz é inocente.

robert musil




trabalho sobre foto de katia chausheva

11 comentários:

petroy disse...

ingénuo ... tosco ... tb deve existir esse pedaço de nós

magarça disse...

..onde não ha culpas nem arrependimentos..

Bruna Pereira disse...

Sim. Todos somos naturalmente bons, já dizia Rousseau.... A culpa é da sociedade. :)

Diogo Ribeiro disse...

Uma segunda pátria, uma outra identidade, um refúgio, segredo em espiral, lado escondido em sufoco, uma cortina que separa o actor dos espectadores. Sim, todos a temos. E que seria de nós, ó bichinhos que se cosem em segredos, sem esse escape?

musalia disse...

petroy, selvagem, também. a ingenuidade é algo selvagem, acho eu.no sentido em que os traços culturais de uma sociedade em que somos/estamos inseridos ainda não aprisionou os gestos expontâneos, genuínos.

musalia disse...

sim, onde não existe essa ou outra dualidade, magarça.

musalia disse...

não creio muito nisso, bruna. somos uma amálgama de componentes, sendo que uns se desenvolvem mais que outros...o meio, os genes, tanta coisa...:)

musalia disse...

diogo, quando retiramos a máscara (ou quando ainda não descobrimos que temos de usá-la como autodefesa)ficamos tão frágeis e vulneráveis, é assim como um regresso à 'idade de ouro'...

bruno .b.c disse...

frase lindíssima do musil.
(citas de onde?) só não sei
se não é mesmo a primeira. e
isto aqui a segunda, às vezes
só nostalgia. hoje, vai um
abraço diferente (sempre na
linha do bom, mas diferente)

musalia disse...

bruno, atrasada na resposta, eu sei. acontece, por vezes. cito do original, 'O Homem sem Qualidades', I Vol. ´

diferença aceite e retribuída, sempre no lado bom:)

bruno .b.c disse...

suspeitava.
e nada disso: nada
atrasada. tudo como
manda o lado bom. (eu
sei que o sapatinho
está sempre de ida)