
(bogdan jarocki)
ontem à noite, descansei a errância no teu peito.
nos teus dedos onde batia a lua
li que só a ti poderei amar. inexplicavelmente,
o nosso beijo vagueia no adeus.
é o meu ser que se escreve nas minhas mãos vazias. o meu ser suspenso dos meus dias.
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