
(zerolo, 4 novembro)
sou noite que se vai cumprindo em afectos indizíveis.
ao amanhecer apenas o sol é saudade de outros lugares
onde o silêncio se move estranhamente
e nem a aragem soletra uma presença.
é o meu ser que se escreve nas minhas mãos vazias. o meu ser suspenso dos meus dias.
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